quarta-feira, 4 de maio de 2011

São tantas cores, tantas luzes, tantas línguas, tantas cenas, tantos lugares. Já não sei sobre o que pensar, não sei mais como me mover. Vejo uma fraca luz que me permite compreender o ambiente. São sombras, são olhos a me mirar, são toques em meus pés!
Chega o dia, a luz do sol me engana, me diz que as coisas serão possíveis aos meus olhos, mas a noite surge e leva embora minha compreensão e meu calor. Meu interior que sempre foi frio entra em equilíbrio com minha pele.
O espelho esta cada vez mais distorcido, meus olhos cada vez mais cegos, minha alma cada vez mais vazia.

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