sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ventos de uma nova vida


De repente tudo podia ser paralizado. O medo do que estava por vir tomou conta dos meus ossos e pude ver o escuro no qual me jogava. A solidão me esperava, o silencio ria de mim, o frio envadia minha janela e congelava meus dedos enquanto eu riscava rapidamente um papel. Eram traços, curvas, era minha alma transformada em matéria, era tudo que eu mais temia e ao mesmo tento almejava com todas as minhas forças, como um imã.
O tempo passaria e me traria de volta para o calor do sol, para o verde das montanhas... Mas nada seria mais o mesmo!

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